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sábado, 9 de abril de 2022

O que é um acorde diminuto?

Acorde diminuto tem sua formação causada pelos graus: 1, 3b, 5b, 7bb. O grau 5b é o mesmo que a quinta diminuta, e o 7bb é o mesmo que a sétima diminuta.

Aprender o que é um acorde diminuto é importante pois você pode usar ele como um acorde de passagem ou até como acorde substituto. Por exemplo, A#° pode ser utilizado para substituir um A7.

Se porventura você quiser aprender e se especializar ainda mais na música, fazer o Curso de Teclado Online pode ser o melhor caminho a seguir.

Como montar um acorde diminuto

Aprender a como montar um acorde diminuto, no início, pode ser um pouco difícil de entender, e para que você consiga, é preciso estudar. 

Por exemplo:

Vou utilizar o exemplo do Dó diminuto (Cº):

  • O primeiro grau é o C
  • O terceiro grau menor é o Eb
  • O quinto grau diminuto é Gb
  • E o sétimo grau diminuto é A ou Bbb

A junção dessas notas resultam no acorde diminuto Cº

Geralmente, o símbolo mais usado para indicar um acorde diminuto é uma bolinha na parte de cima na nota, exemplo: C°. Entretanto, há quem escreva a nota como: Cdim.

Quais são os intervalos de um acorde diminuto?

Um modo simples para lembrar de como fazer o acorde diminuto é colocar em mente que a distância entre as notas do acorde tocadas será de 1 tom e meio.

“Ah, mas quando devo utilizar essa contagem de 1 tom e meio”? É simples… deve usar sempre que for tocar um acorde diminuto. Isso ocorre porque todos os graus do acorde têm 1 tom e meio de distância entre si.

Veja abaixo:

  1. 1º grau ao 3º grau menor: distância de 1 tom e meio;
  2. 3º grau menor ao 5º grau diminuto: distância de 1 tom e meio;
  3. 5º grau diminuto ao 7º grau diminuto: distância de 1 tom e meio.

Ou seja, caso você esteja tocando teclado, violão ou guitarra e queira montar um acorde diminuto, basta deslocar o mesmo acorde em 1 tom e meio para baixo ou para cima, para que ele possa continuar o mesmo.

Só haverá uma coisa que vai mudar em relação aos dedos, que é a localização das notas. 

Entretanto, o acorde diminuto vai ter as mesmas notas, sendo totalmente igual. Veja abaixo as imagens do acorde Dó diminuto (C°) para que você entenda com mais clareza o que foi explicado anteriormente:

c diminuto teclado(TROCAR ESSAS IMAGENS DO ARTIGO)

cº

Agora, preste atenção nas notas, com o acorde diminuto deslocado 1 tom e meio para cima.

eb diminuto teclado
acorde diminuto

E agora, mais 1 tom e meio:

gb dim teclado
acorde diminuto deslocado

Para ter a certeza, mais 1 tom e meio para cima

a diminuto teclado
aº

Percebeu? As notas mudam? Não! São as mesmas, ou seja, o Dó (C°) diminuto é o mesmo que o Mi (E°) diminuto, igual ao Sol diminuto (G°) e também idêntico ao Lá diminuto (A°).

É de suma importância estudar e memorizar o que foi explicado agora, e percebemos que o C° possui as mesmas notas do Eb°, Gb° e o A°.

Com isso, vamos supor que você está tocando determinada nota em uma região no braço que o C° está do lado, e você queira tocar um A°. Você acha que, para facilitar, é correto tocar o Cº ao invés do A° que é a próxima nota da cifra?

Caso você tenha dito que sim, parabéns. Essas substituições podem e devem ser realizadas.

Do mesmo modo, se quiser tocar o C°, você pode escolher um Gb° para substituí-lo, por exemplo. 

E agora, para fechar, sabia que, basicamente, só existem 3 acordes diminutos diferentes?

Que são: C°, C#° e D°. Os outros acordes possuem as mesmas notas desses 3:

C° é igual > D#°, F#° e A° 

C é igual > E°,  G° e A#° 

D° é igual > F°, G#° e B° 

Espero que você tenha aprendido mais sobre acorde diminuto. Acompanhe e estude com nossos demais artigos do blog.

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O que é uma escala cromática?

Quando você dominar a escala cromática, saiba que terá em mãos, literalmente, um ótimo modo de fazer exercício aos seus dedos.

Caso você tenha o desejo de continuar avançando na música, fazer um Curso de Teclado Online 

A escala cromática, é conhecida por ser uma escala de passagem. Por mais que não possua tanta melodia, ela tem a capacidade de trazer maior aprimoramento à sua técnica e também, lhe dar diversos exercícios.

É considerado que a escala cromática possui 12 graus, e todos eles são separados por 1 semitom.

Deste modo, não é possível dizer qual o tom da escala cromática, pois o intervalo de todas as notas é o mesmo. Por isso que a escala cromática é atonal.

Até a 8ª superior, a escala cromática entende todas as alterações de notas.

Por exemplo: 

A escala cromática da nota C (Dó) é: 

C > C# > D > D# > E > F > F# > G > G# > A > A# > B

Para você que não lembra o motivo de não haver E# e B#, é porque entre o E e F e entre o B e C já tem um semitom.

Portanto, nestes casos específicos, não é preciso alterar uma dessas notas.

Vale ressaltar que em cada tonal, há 12 notas.

E, na verdade, você pode fazer uma alteração de uma nota sustenida em bemol. Por exemplo, ao invés de C# poderia ter Db.

Ou seja, com esse modelo, a escala cromática de C com notas bemóis seria assim:

C > Db > D > Eb > E > F > Gb > G > Ab > A > Bb > B 

Como tocar a escala cromática no violão?

Existem 12 possíveis posições para a escala cromática. Apesar de eu estar falando sobre como tocar a escala cromática no violão, o mesmo ensinamento serve para a guitarra. 

Para que você aprenda, trouxe um exercício simples dos cromatismos, que é tocar 4 notas subsequentes na mesma corda. Por exemplo: 5ª corda: tocar a nota da casa 1, casa 2, casa 3… 

O grande objetivo é repetir o exercício em todas as casas do braço do violão ou guitarra, de modo que consiga tocar nota por nota de todas as casas das 6 cordas. 

Por exemplo: 

Corda Ré (4ª): dedo 1 na casa 1, dedo 2 na casa 2, dedo 3 na casa 3, dedo 4 na casa 4;

Corda Sol (3ª): dedo 1 na casa 2, dedo 2 na casa 3, dedo 3 na casa 4, dedo 4 na casa 5;

Corda Si (2ª): dedo 1 na casa 4, dedo 2 na casa 5, dedo 3 na casa 6, dedo 4 na casa 4;

Corda Mi agudo (1ª): dedo 1 na casa 5, dedo 2 na casa 6, dedo 3 na casa 7, dedo 4 na casa 8;

Também, ao invés de ir do grave ao agudo, você poderá estar tocando do agudo ao grave, não há problema. Caso queira fazer dos dois modos, será melhor ainda.

Você vai perceber que ao realizar esse exercício com frequência diária, seu desenvolvimento vai ser claro e grande.

Outro ponto importante, caso sinta muita dificuldade de começar pela casa 1, 2 ou 4, você pode estar iniciando o exercício a partir da casa 5.

Lembre-se de treinar utilizando a palheta, e jamais faça movimento somente para baixo. O modo mais correto é tocar com a palheta indo para baixo e para cima.

Mesmo que você sinta seu dedinho (dedo 4 ou mindinho) sem força, continue praticando até que ele se acostume e enrijeça com o tempo.Espero que tenha aprendido ainda mais sobre a escala cromática. Se porventura, desejar atingir um ótimo nível na música, talvez fazer aulas de violão fingerstyle ajude.

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quarta-feira, 10 de novembro de 2021

Como Respirar com o Diafragma para Cantar

Manter a postura correta é um dos princípios básicos para aprender a como cantar bem. O seu instrumento é o seu próprio corpo, ou seja, se você sabe como respirar com o diafragma para cantar, logo, não há riscos de ter falta de ar, tensões musculares e outros problemas que podem vir sua apresentação.

Veja abaixo algumas dicas que foram separadas para que você possa manter a boa postura:

  1. Mantenha-se em pé e fique com os pés levemente afastados, alinhados com seu quadril;
  2. Distribua seu peso de maneira uniforme. Jamais cante apoiado somente em uma perna;
  3. Evite ficar com tensões nos músculos dos membros inferiores, pois, é nesta região que seu corpo está sustentado;
  4. Não fique com seu queixo levantando. Quando mais próximo seu queixo estiver do pescoço, melhor. Diminuindo completamente os riscos de tensão na região laríngea.

Ao obter uma postura adequada, você se torna apto para aprender a respirar bem quando for cantar. Controlar sua respiração não vai ajudar você somente a sustentar difíceis notas, mas também, vai fazer com que haja saúde vocal.

Como Controlar a Respiração na Hora de Cantar

Melhorar a postura, exercitar a respiração e cantar com constância são práticas que fazem você melhorar ainda mais nas suas apresentações.

Normalmente, nos cursos de canto, o aluno é instruído a “cantar pelo diafragma”. Entretanto, é impossível cantar utilizando o diafragma, a voz é produzida devido às vibrações produzidas na região laríngea. 

O mecanismo respiratório é constituído pelo diafragma, região abdominal e os músculos que conectam as costelas. 

No momento em que você inspira, seu diafragma se move para baixo, seus músculos que conectam as costelas se espalham para os lados, causando uma ampliação em volta do estômago e nas costas.

Entretanto, ao expirar, seu diafragma retornar ao seu lugar padrão, pois os pulmões estão sem oxigênio. Neste exato momento, seus músculos do abdômen trabalham para jogar o ar inspirado para fora.

Parece simples, porém, todo o processo da respiração exige que algumas partes do seu corpo, trabalhem juntas. Por isso, aprender a como controlar a respiração na hora de cantar, é importante.

Como Melhorar a Capacidade Pulmonar

Alguns cantores desejam aprender a como respirar com o diafragma para cantar. Talvez, melhorar a capacidade pulmonar pode fazer com que você melhore, consideravelmente, no meio musical.

É sabido que quanto maior a capacidade pulmonar, mais tempo você conseguirá sustentar notas mais altas ou cantar frases maiores sem forçar os pulmões e a voz.

Se você quer aprender a como dilatar os pulmões, siga algumas dicas abaixo:

  1. Primeiramente, se deite em um local confortável. Após, você deve inspirar e expirar utilizando somente a boca. Preste atenção no seu corpo.
  2. Faça uma autoanálise: Você percebe seu estômago se movimentando? Está respirando com calma e da maneira certa?
  3. O próximo ponto é inspirar pela boca por 3 segundos, e segurar a respiração por 10 segundos. Solte o ar bem devagar, e ainda sem inspirar, prenda a respiração novamente;
  4. Cuidado para que não haja falta de ar. Se preciso for, diminua o tempo em que você prende o ar;
  5. Repita o processo por 10 minutos, todos os dias, antes de cantar. Você vai notar que seus pulmões dilataram e que está pronto(a) para dominar a respiração.

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Como Fazer a Escala Bebop?

A escala bebop foi criada do jazz bebop. É um dos recursos mais usados no jazz, que também, pode ser utilizado em qualquer estilo de música. 

Quando surgiu o Jazz Bebop

O Jazz Bebop surgiu na década de 40, com o saxofonista Charlie Parker. Muitos músicos daquela década foram responsáveis por levar o Jazz Bebop para o mundo, dentre eles, o trompetista Dizzy Gillespie.

Por causa da harmonia complexa, o estilo não era considerado o ideal para dançar ou cantar, era apenas um movimento onde havia improvisação virtuosa. 

O Jazz Bebop foi diferente das músicas populares, pois detém difíceis seguimentos de colcheias. Esse movimento era mais veloz e usava a quinta aumentada.

Após um período, por estarem utilizando muito dessas variações, criaram a Escala Bebop.

O movimento Bebop transformou o conceito de acompanhamento musical. A bateria se preocupou menos com o bumbo e passou a usar mais o chimbal e o condução. O contrabaixo era responsável por marcar a cadência harmônica e tocar semínimas, praticamente do início ao fim.

Entretanto, um pianista não tinha a obrigação de marcar o pulso rítmico ou tocar a fundamental com a mão esquerda.

Escala bebop dominante

Já que você conheceu mais sobre Bebop, provavelmente percebeu que há bastante cromatismo. Como exemplo, um cromatismo do Jazz Bebop foi o uso da 7ª maior no modo mixolídio.

Isto significa que os músicos Bebop acresceram uma nota no modo mixolídio, assim, criando uma escala com 8 notas, conhecida como escala bebop dominante.

Confira abaixo a escala de G Bebop Dominante, comparada com a G mixolídio:

  • Notas da escala de G mixolídio: G, A, B, C, D, E, F
  • Notas da escala de G bebop dominante: G, A, B, C, D, E, F, F#

Como se pode perceber, o cromatismo ocorre entre F, F# e G

É preciso que você tenha atenção para não haver repouso sobre F#, pois não é pertencente a escala diatônica. Ou seja, deve ser usada como nota de passagem, somente.

As escalas de 8 notas cabem num compasso 4 por 4, quando é tocado 1 nota por colcheia. Por isso, a nota de passagem dura o mesmo tempo que as outras notas da escala.

Escala bebop maior

A escala Bebop maior, foi criada para ser usada sobre os acordes maiores. Assim como a escala bebop dominante, possui 8 notas. Porém, a modificação foi feita no 5º grau.

Analise a escala de Dó maior com a escala de Dó bobop maior, abaixo:

Muitos músicos famosos entoavam a escala Bebop com maestria. Dentre eles, é possível citar:

  1. Charlie Parker;
  2. Dizzy Gillespie
  3. Bud Powell; 
  4. Oscar Pettiford;
  5. Duke Jordan;
  6. Miles Davis;
  7. Tommy Potter; 
  8. Max Roach
  9. Al Haig; e
  10. Thelonious Monk

Para que você possa se familiarizar com a Escala Bebop, pesquise e ouça músicas e improvisações realizadas por esses músicos. No Youtube há diversos áudios, alguns com vídeos, de apresentações feitas.

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quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Quais São os Nomes das Cordas do Violão?

Para que você possa se tornar um músico, um dos pilares principais é conhecer quais são os nomes das cordas do violão

Para isso, é bom relembrar quais são as numerações das cordas do violão. A mais fina é denominada como a primeira corda, logo, a de maior diâmetro é a sexta corda.

Pode ser um pouco confuso no início, porém, ao praticar os treinos, você vai lembrar que a corda mais grossa (olhando de cima para baixo, é a que “aparece” primeiro no visual) é a corda de número 6 do violão.

Você pode ver todo material no Curso de Violão Online.

Veja também: Como aprender a tocar violão

Nomes das Cordas do Violão

A nomeação das cordas do violão foi feita a partir da nota que é liberada quando se encontra em uma sequência aberta.

É importante frisar que a sequência aberta ocorre quando o músico não pressiona nenhuma casa da corda.

Conheça quais são os nomes das cordas do violão, abaixo:

  • 1ª corda soa a nota E (Mí);
  • 2ª corda soa a nota B (Sí);
  • 3ª corda soa a nota G (Sol);
  • 4ª corda soa a nota D (Ré);
  • 5ª corda soa a nota A (Lá);
  • 6ª corda soa a nota E (Mí).

Vale ressaltar que a primeira corda é mais fina do violão. É popularmente conhecida com “Mizinha”, mas também, pode ser chamada de “alta Mí”.

E, a sexta corda do violão é a mais grossa. É conhecida como “Mizona”, ou “baixa Mí”.

Uma dica para que você consiga lembrar dos nomes das notas do violão é ter em mente que a última corda do instrumento, é na verdade a 1ª. Da mesma maneira, a primeira corda é a 6ª do violão.

É importante para o músico saber qual nota que cada corda produz. Até porque, vai ter dificuldades para usar corretamente um afinador. 

Um dos exercícios mais usados para a memorização é a repetição. Portanto, repita por diversas vezes o nome de cada uma das cordas do violão. 

A ordem correta é da 1ª corda até a 6ª. Ou seja, e, B, G, D, A, E (Mizinha, Sí, Sol, Ré, Lá, Mizona).

O tempo para falar os nomes das cordas do violão é de 5 minutos por dia, durante 3 dias. Após esse período, você vai se lembrar da nota que cada “corda solta” produz

Como afinar o violão

As tarraxas estão situadas na mão (cabeça) do violão, e, elas são responsáveis pela afinação do violão, quando são apertadas ou afrouxadas.

Esse processo faz com que o som do instrumento se altere, sabendo que as vibrações compõem timbres agudos ou graves.

A importância de saber quais são os nomes das cordas do violão é porque, você sabe em qual nota a corda deve estar.

Por exemplo: A 2ª e a 5ª corda estão desafinadas. Portanto, em quais notas, essas cordas devem estar? Em B (Sí) e A (Lá), respectivamente.

Você sabia que diversos fatores alteram o tom da corda? Dentre eles, se pode citar: mudança de clima, falta da utilização do instrumento e manuseio errado.

Caso isso ocorra, você precisa afinar seu violão. A afinação pode ser feita tanto por afinador portátil, quanto por aplicativos.

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terça-feira, 19 de outubro de 2021

Acordes Com Nona: O Que é e Como Formar?

Você sabia que existem outros tipos de acordes além dos básicos? É possível acrescentar outras notas, que sejam do mesmo campo harmônico da fundamental, nos acordes simples. Hoje você vai aprender o que são e como tocar os acordes com nona.

Sem dúvidas, os estudos são essenciais para o aprimoramento das suas técnicas musicais e, toda teoria deve ser colocada em prática. Para você que deseja se aperfeiçoar ainda mais no seu instrumento, talvez, realizar um Curso de Teclado Online seja a melhor solução.

Caso você esteja um pouco confuso(a) quanto as notas de extensão, relembre abaixo, como são formados os acordes para teclado:

Um acorde é formado pela junção de 3 notas, chamado de tríade, ou, de 4 notas, conhecido como tétrade.
As notas usadas para a formação de acordes, devem obedecer a um padrão, seja ele do campo harmônico maior ou do campo harmônico menor.

Veja abaixo, rapidamente, como são formadas as tríades e as tétrades musicais:

Tríade

Formadas por três notas, as tríades são os primeiros acordes que os músicos aprendem a tocar. São compostas pela 1ª, 3ª e a 5ª da fundamental.

Exemplo: O acorde de C (Dó) é formado pelas notas: C (fundamental) + E (Mi) (terça maior ou menor) + G (Sol) (quinta justa, aumentada ou diminuta).

A informação citada acima nos mostra um acorde formado por 3 notas (C + E + G), ou seja, uma tríade.

Tétrade

Como já mencionado, a tétrade é formada por 4 notas. Entretanto, deve-se tomar cuidado ao adicionar a 4ª nota no acorde, pois, na tétrade, só é admitida acrescentar a 7ª nota da fundamental.

São compostas pela 1ª, 3ª, 5ª e a 7ª da fundamental. Vamos usar o próprio acorde de C (Dó) para facilitar o entendimento.

A 7ª nota da escala de C é B (Si). Portanto, a tétrade de Dó é formada pelas notas: C + E + G + B.
Agora que você já domina todo o assunto sobre a formação de acordes, veja abaixo um estudo sobre os acordes com nona.

O que são e como são formados os acordes com nona?

Os acordes com nona são usados com o intuito de trazer uma nova harmonização para determinados trechos de música. Os acordes com 9ª também transmitem novas sensações para os ouvintes, que é um dos assuntos tratados na harmonia funcional.

Existem 4 tipos de variações ao acrescentar notas aos acordes. É possível adicionar a 7ª, 9ª, 11ª ou a 13ª nota da fundamental do acorde.

Como já tratado, a 7ª é a nota de extensão de acorde. Porém, a 9ª, 11ª e a 13ª são consideradas notas de tensão.

Neste artigo, a ênfase vai ser dada ao acorde com nona.

Um acorde com 9a é formado pela tríade, acrescida da 9ª nota do campo harmônico da fundamental. É fundamental que você conheça as escalas musicais para que você consiga tocar os acordes com nona, facilmente.

Vamos utilizar, novamente, o Dó para explicar. Abaixo você verá qual é o campo harmónico maior de Dó:

1ª = C
2ª = D
3ª = E
4ª = F
5ª = G
6ª = A
7ª = B
8ª = C
9ª = D
10ª = E
11ª = F
12ª = G
13ª = A
14ª = B

Visualmente, ficou claro que a 9ª é o Ré. Para a formação do acorde de C9 (Dó com nona), é necessário que acrescente o Ré.

Portanto, C9 é formado por: C, E, G e D.

Se você está se perguntando: “será que vou ter que contar 9 notas até descobrir qual é a certa?”, fique calmo. Pois, há repetição de notas nos campos harmônicos.

Perceba que a 9ª é a mesma que a 2ª, ou seja, a nona sempre será a nota seguinte da fundamental.
Isso também funciona para as outras notas de tensão… A 11ª equivale a 4ª e, a 13ª é a mesma que a 6ª.

Para que você amplifique seu conhecimento musical, é necessário que busque um Curso de Teclado Online. E, certamente, o Curso Harmonia de Gigante é um dos melhores no cenário musical, atualmente.

Espero que tenha aprendido ainda mais, a respeito dos acordes com nona. Acompanhe os demais posts sobre teoria musical e teclado.

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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

O Que é Segunda Voz no Canto?

Quando falamos a respeito de o que é segunda voz, alguns cantores tendem a achar que é um “bicho de sete cabeças”, mas não é.

Como tudo nessa vida se aprende na base de estudos, com a segunda voz, não seria diferente.

Treinar é a melhor dica para fazer a segunda voz, obviamente.

Ouvir músicas e prestar atenção na voz principal, é o que todos fazem, mas se você quer aprender a como fazer segunda voz, é necessário que sua atenção esteja voltada nas outras vozes.

Para saber como fazer segunda voz corretamente, é necessário percepção musical, atenção e conseguir ir além dos seus limites.

É certo que, para um cantor(a) que sabe como fazer a segunda de maneira correta, ele(a) terá mais possibilidades de avançar no ramo musical, seja fazendo carreira ou cantando para amigos, igrejas, casamentos, etc.

Até porque, assim como o vibrato e melisma, a segunda voz serve, também, como um ornamento musical. E quem sabe, com um curso de canto online, você consegue dominar, completamente, todos ornamentos, notas e pilares do canto.

Afinal, o que é segunda voz?

Algumas pessoas erram em achar que, se fizessem as mesmas notas da melodia principal, mais aguda ou mais grave, já estariam fazendo a segunda voz.

Porém, de fato, para realizar a segunda voz, é preciso cantar uma melodia diferente que esteja dentro da harmonia da música.

E essas melodias, normalmente, são feitas em terça, quinta e/ou oitava da fundamental.

Para que você entenda, citarei um exemplo:

No acorde de CM (Dó Maior) o C é a nota fundamental, que é a nota, pelo qual, se chama o acorde.

(Qual é a fundamental de Dm {Ré menor}?
R: O próprio Ré)

Então… Quando a nota está em C (Dó), logo, a sua terça é E (Mi).

Há também a quinta de C (Dó), que neste caso é G (Sol).

E a Oitava de C (Dó), que é o próprio C (Dó) oitavado (mais agudo). Exemplo: A oitava de F#M2 é o F#M3.

Um instrumento ajuda muito no treino de segunda voz.

E também, têm aplicativos que ajudam muito, ao simular piano/teclado no seu celular!

Após instalado, use-o para tocar e tentar alcançar a segunda voz deseja.

Qual a diferença entre segunda voz e backing vocal?

É bem comum falarmos sobre a segunda voz e, logo, associarmos isso ao backing vocal.

As diferenças entre o backing vocal e a segunda voz são mínimas. E pelo fato de parecerem iguais, causam dúvidas em algumas pessoas.

Mas o que realmente os diferem, é o volume e o timbre que vai ser entoado.

A segunda voz detém a melodia e o timbre em sintonia com a melodia principal da música.

E também, percebe-se que as vozes parecem entrar uma nas outras, devido a essa sintonia com a primeira voz.

Segunda voz, normalmente é feita em terça, quinta e/ou oitava da melodia principal.

O Backing Vocal, por sua vez, segue também a terça, quinta e/ou oitava da melodia principal, porém fica mais em plano de fundo, feito com uma voz mais suave.

 

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